Sabe-se que os recursos que a World Wide Web possibilita a seus usuários atualmente são imensos, dentre eles redes sociais, blogs e fóruns, os quais compõem a Web 2.0, também conhecida como Web social.
Segundo Graham Cormode, membro-diretor da equipe técnica dos Laboratórios AT&T Shannon em Nova Jersey, e Balachander Krishnamurthy, pesquisador também dos Laboratórios AT&T, "a "Web 2.0" captura uma combinação de inovações na Web nos dias de hoje. Uma definição precisa é difícil de ser elaborada e muitos websites tentam dificilmente separar a Web em rótulos: "Web 1.0" e "Web 2.0".
Porém, há uma clara distinção entre os novos sites da Web 2.0, como Facebook e Youtube, e a "velha Web". A separação é visível quando projetada em uma variedade de eixos. como o tecnológico (tecnologias de escrita e apresentação usadas para renderizar um site e permitir a sua interação com o usuário), o estrutural (propósito e leiaute do site) e o sociológico (noções de amigos e grupos). Esses deslocamentos coletivamente têm implicações para pesquisadores que buscam pelo modelo, pela medida e pelos aspectos preditivos desses sites. Algumas metodologias que cresceram em torno da Web não se aplicam mais atualmente. [...]"
Os pesquisadores afirmam também que ""Web 2.0" é um termo usado para denotar alguns conceitos diferentes: sites da Web baseados em um conjunto particular de tecnologias como AJAX; aqueles que incorporam um forte componente social, envolvendo perfis de usuário e links de amizade; aqueles que encorajam o usuário a gerar conteúdo na forma de postagem de texto, vídeo e fotos, além de comentários, tags e classificações; ou apenas os sites da Web que ganharam popularidade nos últimos anos e estão sujeitos a especulações acerca de valores e perspectivas de IPO - do inglês Initial Public Offering, traduzido por Oferta Pública Inicial."
Contudo, eles avisam que "essas várias categorias têm interseções significativas, e por isso faz sentido falar amplamente sobre as classes dos sites da Web 2.0 sem a ambiguidade excessiva sobre a qual a definição é usada. Decidir se um dado site faz parte da Web 1.0 ou da Web 2.0 pode ser uma proposição difícil, não somente porque os sites são dinâmicos, apresentando novas características ou designs, sem a participação ativa dos usuários. Em particular, não há um número explícito da versão [...], e muitos sites são referidos como sendo "versão beta permanente". [...]"
Segundo Graham Cormode, membro-diretor da equipe técnica dos Laboratórios AT&T Shannon em Nova Jersey, e Balachander Krishnamurthy, pesquisador também dos Laboratórios AT&T, "a "Web 2.0" captura uma combinação de inovações na Web nos dias de hoje. Uma definição precisa é difícil de ser elaborada e muitos websites tentam dificilmente separar a Web em rótulos: "Web 1.0" e "Web 2.0".
Porém, há uma clara distinção entre os novos sites da Web 2.0, como Facebook e Youtube, e a "velha Web". A separação é visível quando projetada em uma variedade de eixos. como o tecnológico (tecnologias de escrita e apresentação usadas para renderizar um site e permitir a sua interação com o usuário), o estrutural (propósito e leiaute do site) e o sociológico (noções de amigos e grupos). Esses deslocamentos coletivamente têm implicações para pesquisadores que buscam pelo modelo, pela medida e pelos aspectos preditivos desses sites. Algumas metodologias que cresceram em torno da Web não se aplicam mais atualmente. [...]"
Os pesquisadores afirmam também que ""Web 2.0" é um termo usado para denotar alguns conceitos diferentes: sites da Web baseados em um conjunto particular de tecnologias como AJAX; aqueles que incorporam um forte componente social, envolvendo perfis de usuário e links de amizade; aqueles que encorajam o usuário a gerar conteúdo na forma de postagem de texto, vídeo e fotos, além de comentários, tags e classificações; ou apenas os sites da Web que ganharam popularidade nos últimos anos e estão sujeitos a especulações acerca de valores e perspectivas de IPO - do inglês Initial Public Offering, traduzido por Oferta Pública Inicial."
Contudo, eles avisam que "essas várias categorias têm interseções significativas, e por isso faz sentido falar amplamente sobre as classes dos sites da Web 2.0 sem a ambiguidade excessiva sobre a qual a definição é usada. Decidir se um dado site faz parte da Web 1.0 ou da Web 2.0 pode ser uma proposição difícil, não somente porque os sites são dinâmicos, apresentando novas características ou designs, sem a participação ativa dos usuários. Em particular, não há um número explícito da versão [...], e muitos sites são referidos como sendo "versão beta permanente". [...]"
Esta é uma entrevista sobre a Web 2.0, feita pela Universidade Corporativa Sindi-Clube com o Eduardo Favaretto, empresário especialista em Internet:
Este é um discurso TED Talk do Sir Tim Berners-Lee, cientista da computação que desenvolveu a World Wide Web, sobre o futuro da sua criação:
Fontes: http://whatis.techtarget.com/definition/Web-20-or-Web-2 (em inglês – Página acessada às 18h53min do dia 24 de abril de 2015 e modificada pela última vez em janeiro de 2015)
https://www.youtube.com/watch?v=JgaKFYgAbfs (Vídeo acessado às 18h30min do dia 14 de maio de 2015 e modificado pela última vez em 13 de junho de 2008)
http://www.ojphi.org/ojs/index.php/fm/article/view/2125/1972 (em inglês - Página acessada às 14h34min do dia 30 de maio de 2015 e criada no dia 20 de maio de 2008)
Fontes: http://whatis.techtarget.com/definition/Web-20-or-Web-2 (em inglês – Página acessada às 18h53min do dia 24 de abril de 2015 e modificada pela última vez em janeiro de 2015)
https://www.youtube.com/watch?v=JgaKFYgAbfs (Vídeo acessado às 18h30min do dia 14 de maio de 2015 e modificado pela última vez em 13 de junho de 2008)
http://www.ojphi.org/ojs/index.php/fm/article/view/2125/1972 (em inglês - Página acessada às 14h34min do dia 30 de maio de 2015 e criada no dia 20 de maio de 2008)

O conteúdo web tem se mostrado de grande valia e isso se deve entre outras coisas, ao fato de poder ser acessador por um grande número de dispositivos (desde TVs até smartphones). O incremento trazido pela web 2.0, principalmente quanto ao caráter interativo, foi potencializado por essa capacidade de acesso já citada. Porém, acredito que há uma via de dois sentidos no estímulo à participação das pessoas no conteúdo que circula a rede mundial de computadores. Por um lado temos aqueles usuários que a utilizam de modo consciente, respeitoso, trazendo informações relevantes e construtivas para a sociedade. Por outro lado temos os chamados "haters" que alastram pensamentos de cunho preconceituoso e difamatório, pessoas que se aproveitam da "proteção" garantida pelo ambiente virtual para dizer aquilo que elas dificilmente diriam em um ambiente real, por medo de serem punidos. Logo, a minha visão é que concomitantemente à expansão da web 2.0 sejam estudadas maneiras na esfera legal e virtual mais eficientes para combater tais práticas deploráveis nesse ambiente, a fim de que tenhamos um convívio mais saudável com a Web 2.0.
ResponderExcluirE é justamente com esse objetivo que foi criado e está sendo aperfeiçoado o Direito da Informática, uma área do Direito que estuda como ocorrem as relações sociais e visa regulamentá-las, contrariando a popular lenda de que a Internet é uma "terra de ninguém". Porém, o número de delegacias cibernéticas no Brasil ainda não é suficiente para atender a todos. De fato, é necessário um maior suporte de todos - do Governo Federal, das Polícias Civil e Cibernética e até mesmo dos próprios usuários - em relação ao uso legal e colaborativo da Web.
ExcluirO conteúdo web tem se mostrado de grande valia e isso se deve entre outras coisas, ao fato de poder ser acessador por um grande número de dispositivos (desde TVs até smartphones). O incremento trazido pela web 2.0, principalmente quanto ao caráter interativo, foi potencializado por essa capacidade de acesso já citada. Porém, acredito que há uma via de dois sentidos no estímulo à participação das pessoas no conteúdo que circula a rede mundial de computadores. Por um lado temos aqueles usuários que a utilizam de modo consciente, respeitoso, trazendo informações relevantes e construtivas para a sociedade. Por outro lado temos os chamados "haters" que alastram pensamentos de cunho preconceituoso e difamatório, pessoas que se aproveitam da "proteção" garantida pelo ambiente virtual para dizer aquilo que elas dificilmente diriam em um ambiente real, por medo de serem punidos. Logo, a minha visão é que concomitantemente à expansão da web 2.0 sejam estudadas maneiras na esfera legal e virtual mais eficientes para combater tais práticas deploráveis nesse ambiente, a fim de que tenhamos um convívio mais saudável com a Web 2.0.
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ResponderExcluirCom o passar do tempo, as tecnologias da web evoluíram para proporcionar aos desenvolvedores a capacidade de criar novas gerações de experiências úteis e imersivas. Somada as três primeiras fases, a web atual (4.0) é resultado dos esforços contínuos de uma comunidade aberta que ajuda a definir essas tecnologias (HTML5, CSS3 e WebGL), garantindo que elas sejam suportadas em todos os navegadores. Essa nova era funciona como um enorme sistema operacional dinâmico e inteligente, capaz de utilizar e interpretar as informações e os dados disponíveis para suportar a tomada de decisões. Isso tudo de forma automática, através de um sistema complexo de inteligência artificial.
ResponderExcluirEntretanto, muitos questionamentos acompanham essa nova fase, tais como: invasão de privacidade; dependência tecnológica; sobrecarga; e controle -, são alguns pontos que preocupam estudiosos sobre este modelo.
Por fim, cogitasse que a web 5.0 já vem até sendo construída, e pretende trazer a ideia de interpretação dos sentimentos em qualquer tipo de uso na rede para assim auxiliar as pessoas de alguma maneira, atendendo seus desejos ou necessidades.
Stornaiuolo et al. (2014, tradução nossa) afirma que “os jovens, hoje em dia, têm crescido em um mundo profundamente textual”. Com a vinda da Web 2.0, deixamos de lado uma internet apenas enciclopédica para interagirmos em tempo real, para construirmos espaços – ou integrar-se a espaços já existentes – que nos permitem uma socialização, apropriação, troca de ideias. Essa característica revolucionou completamente o nosso modo de vida, pois cada vez mais associamos o espaço social virtual com o mundo real, através, principalmente, da expressão escrita. Tornamo-nos tanto autores quanto espectadores; em comentários de blogues, nas redes sociais ou em jogos, por exemplo. Essas experiências virtuais têm um grande valor na nossa formação, pois moldam as nossas práticas e a nossa própria visão de mundo.
ResponderExcluirCitação original: “Young people today grow up in a profoundly textual world” (p. 1), do capítulo 15, "Social media as authorship: Methods for
studying literacies and communities online", do livro New Methods of Literacy Research.
A nova Web e a "Internet de Todas as Coisas" têm alguma relação? Qual seria, basicamente?
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